O medidor de vazão tipo placa de orifício é um dispositivo de pressão diferencial para medição de vazão. Pode ser usado com transmissores de pressão diferencial para medir diversos líquidos ou gases na tubulação.
Diafragma remoto para fluidos corrosivos ou viscosos.
Transmissores DP ou Transmissores de Pressão.
316L,HC, Tan, diafragma Monel.

Construção do transmissor de pressão capacitivo
A medição de oxigênio exige altíssima segurança e precisão, sendo preferíveis os transmissores de pressão diferencial baseados no princípio da capacitância metálica. Este tipo de transmissor utiliza sensores capacitivos metálicos de alta qualidade com precisão de medição de ± 0,1% da escala completa e estabilidade a longo prazo de ≤ ± 0,2%/URL (12 meses). Ele pode capturar com precisão dados de pressão diferencial, pressão manométrica e pressão absoluta na faixa de 0 a 20 MPa. Possui função de compensação de temperatura e opera de forma estável em uma ampla faixa de temperatura, de -40 °C a 105 °C. Com um tempo de resposta rápido de 0,25 s, adapta-se perfeitamente às necessidades de medição de oxigênio em ambientes industriais. Além disso, a flexibilidade da tecnologia eletrônica digital torna a operação do equipamento mais conveniente.
O óleo de silicone é comumente usado para preencher o diafragma de transmissores de pressão diferencial comuns, mas o contato entre o oxigênio e o óleo de silicone pode facilmente causar riscos de inflamabilidade e explosão, representando uma séria ameaça à segurança da produção industrial. Para a medição de oxigênio, o óleo fluorado (óleo fluorocarbonado) deve ser selecionado como fluido de preenchimento para evitar riscos à segurança desde a origem.
Além disso, a junta de vedação precisa ser feita de material PTFE, que possui alta estabilidade química, não reage com o oxigênio e apresenta excelente desempenho de vedação, prevenindo eficazmente o vazamento do fluido e garantindo ainda mais a segurança do processo de medição.
O oxigênio é um meio inflamável e explosivo, e seu desempenho à prova de explosão deve ser rigorosamente controlado no ambiente de medição correspondente. Na seleção, deve-se priorizar transmissores de pressão e pressão diferencial com aprovação ATEX. Recomendamos os transmissores à prova de explosão Exd II BT4 ou Exia IIC T6, que evitam eficazmente a geração de fontes de ignição durante a operação do equipamento.
Ao mesmo tempo, o equipamento precisa suportar o protocolo HART ou a comunicação MODBUS RS485, que pode ser integrada ao sistema de controle em tempo real. Quando ocorre uma falha, o sistema pode ser alertado prontamente por meio da emissão de uma corrente de alarme, garantindo a operação segura da instalação industrial.
Além do enchimento com fluido e da vedação das juntas, a compatibilidade com outros materiais também afeta diretamente a segurança da medição.
Recomenda-se o uso de membrana sensora em aço inoxidável SUS316L ou Hastelloy C-276, que possuem resistência à corrosão e a altas temperaturas, podendo ser adaptadas a condições especiais de trabalho com oxigênio;
Recomenda-se escolher o aço inoxidável SUS304 ou SUS316L como material para as conexões do processo, a fim de evitar reações químicas entre o material e o oxigênio.
O nível de proteção do invólucro deve atingir IP65 ou IP67, o que permite sua adaptação ao ambiente úmido e empoeirado de instalações industriais e prolonga a vida útil do equipamento.
Quais são as precauções a serem tomadas na instalação de um transmissor de pressão diferencial de oxigênio?
Após a instalação, a função de calibração do ponto zero pode ser usada para eliminar a influência da posição e garantir a precisão da medição. A fonte de alimentação precisa atender ao requisito de 10-32V e, se usar o protocolo HART, precisa ser ≥ 18,5V. A conexão do processo pode ser selecionada de acordo com os requisitos do local, como 1/4" NPT (F), 1/2" NPT (M), M20 × 1,5 (M), etc. Após a instalação, o desempenho da vedação precisa ser verificado para evitar vazamento de oxigênio.
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